Cerca de Sec. VII ac a 250 ac
Para espreitar o que vai em estantes altas e cheias de pó e não esquecer livros escondidos.
Para despertar curiosidades em filhos e netos e permitir que "encomendem" livros on line.
Pesquisar neste blogue
Mostrar mensagens com a etiqueta Varios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Varios. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 24 de março de 2017
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
terça-feira, 29 de novembro de 2016
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Antologia do conto fantástico Português
Fernando Ribeiro de Mello
(Compilação)
"Com a presente antologia, que não é nem poderia ser
definitiva, procurou-se reunir alguns dos textos mais significativos do conto
fantástico na literatura portuguesa. Iniciando-se no Romantismo – a época em
que o género floresceu e garantiu direito de cidadania -, atravessando os inúmeros
“ismos” da segunda metade do século XIX e da presente centúria, esta antologia
abrange uma vasta panorâmica de autores, desde Alexandre Herculano aos
representantes da novíssima geração literária."
Para além de António Quadros com o conto
"Pesadelo", figuram nesta antologia Alexandre Herculano, Camilo
Castelo Branco, Fialho de Almeida, Raúl Brandão, Mário de Sá-Carneiro, Ferreira
de Castro, David Mourão-Ferreira, Ana Hatherly, Vítor Silva Tavares, António
Barahona da Fonseca, entre muitos outros”. Retirado da Net
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Cuentos de la Habana Vieja
Tomás Barceló - 1949 - 2010
Juan C. Rivera -
Pedro J. Gutierrez
Edania Trujillo
Elder Santiésteban
"Conjunto de 29 relatos cortos, ineditos y escritos por jovenes autores cubanos, que ofrecen un vistazo a corazon de La Habana. Los autores, Tomas Barcelo, Juan C. Rivera, Pedro J. Gutierrez, Idania Trujillo y Elder Santiesteban, vinculados al periodismo en su mayoria, narran historias tan diversas como sus propias personalidades, en las que se pueden reconocer los tipos y situaciones mas comunes de su pais de origen." Retirado da net
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Ser jornalista em Portugal - perfis sociológicos
José rebelo (coordenador)
Outros Autores - ver capa
Numa primeira parte, o livro analisa a profissão de jornalista na perspectiva das transformações que se têm vindo a verificar no tipo de pessoas que chegam à profissão, suas habilitações e na das condições de exercício da actividade, nomeadamente no que respeita às relações de trabalho. Numa segunda parte, a profissão é mostrada na perspectiva dos próprios jornalistas, em entrevistas, algumas muito vivas, que procuram transmitir a história de vida (profissional) de cerca de 40 jornalistas com níveis de notoriedade e percursos diferenciados. A maior parte destas entrevistas lêem-se com gosto e muita curiosidade, não só pela história do entrevistado em si, mas pelo que frequentemente nos revelam sobre o meio, a sociedade e a história. De entre todos estes relatos, deliciei-me sobretudo com o de José Estêvão Santos Jorge - entretanto falecido - que era, à data da entrevista (2006), o sócio número 1 do sindicato dos jornalistas. Aqui fica um pedaço.
P — Entrou no jornalismo de que forma?
R — Depois das aulas, que eram no Poço Novo, ao fundo da Calçada do Combro, ia visitar o meu pai, à Rua Luz Soriano.
P — Onde se situava o Diário de Lisboa?
R — Sim, tinha começado poucos anos antes [em 1921]. Era dirigido pelo dr. Joaquim Manso, com o Norberto Lopes a chefe de redacção.
P — Porquê essa visita ao seu pai?
R — Ia pedir bilhetes para o cinema. Pagava-se um escudo, julgo. Levava sempre um amigo comigo, porque eram dois bilhetes [a que os jornalistas tinham direito]. Um dia o dr. Tavares da Silva, por quem vim a ter uma estima muito grande – foi depois o primeiro seleccionador nacional de futebol a vencer a Espanha, morreu muito cedo – perguntou de brincadeira: “Quanto é que o teu pai te dá por semana?” (Coitado, dava-me o dinheiro para o eléctrico e mais nada) “Queres ganhar uns tostõezinhos ao fim-de-semana?”. Claro que queria. “Então passa por cá e procura o senhor [já não me lembro do nome] da agenda”. Era quem distribuía os serviços: natação, vela, hóquei em campo. Só uma vez fiz futebol. Um colaborador não apareceu e mandaram-me fazer o relato. Vi-me aflito para relatar o desafio.
P — Aflito, porquê?
R — Não era como agora. Tinha que se ir a correr para o telefone, dar uma parte do jogo e depois ir a correr outra vez para o campo. Foi assim que comecei a ganhar os meus tostõezinhos.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Cuentos de la dinastia Tang
Sec VII a X
"El cuento en China alcanzó un alto grado de desarrollo
durante la dinastía Tang (618-907) cuando se escribieron excelentes historias
sobre pintorescos personajes. Estos cuentos, conocidos como Chuang Qi
(Historias extrañas), en su tiempo fueron considerados literatura de segunda
clase en comparación con los ensayos clásicos de los letrados. Antes de la
época Tang, China ya había sido cuna de hermosas y conmovedoras historias y
leyendas. A juzgar por las obras existentes, algunas de ellas parecen parte inseparable
de las antiguas fábulas -es decir, de las leyendas que servían para explicar
alguna filosofía- mientras que otras eran el vehículo usado por budistas y
taoístas para propagar sus respectivas religiones. Estos cuentos merecen leerse
por su propio valor. No sólo porque son encantadores, sino porque han alcanzado
un alto grado de excelencia artística". Retirado da Net-Amazon
sábado, 22 de setembro de 2012
Haiku érotiques
Séculos XVIII - XIX
Extraits de deux recueils (“La Fleur du bout” e “Tonneau de saule”) publiés à la fin du XVIIIe et au
début du XIXe siècles, ces haïku appartiennent à une veine populaire et à un
genre particulier d'une forme ramassée de la poésie japonaise que les
spécialistes appellent le senryû.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

